A resposta é um absoluto claro que SIM!
Há muito investimento das marcas para geração de fãs.
Naquele bate papo do cafezinho, nos bastidores corporativo, é possível perceber algum pessimismo no ar e não invariavelmente. Talvez baseado no conhecimento das vulnerabilidades, sempre espero que seja somente isto.
Mas entender os fãs é extraordinário. Como se manifestam, por que ganhamos ou perdemos, por qual motivo se manifestam ou não, e o mais importante, por que gostam do produto ou serviço que produzimos, e como fazer para que gostem ainda mais?
Por onde passei, em referência a minha experiência profissional, independente do mercado, sempre tive a grata oportunidade de identificar os fãs. Isto é um exercício pois alguns são declarados, usam camiseta, assistem a shows, são identificáveis facilmente, numa alusão aos roqueiros, por exemplo. Outros já não são tão identificáveis assim, a não ser que sejam questionados, numa pesquisa, num encontro. Finalmente a terceira turma é aquela que está chegando, conhecendo, experimentando.
Lembra dos bastidores e das vulnerabilidades?
A coisa mais difícil para muitos é discussão de problemas. Nunca é o melhor momento. Muitas desculpas para adiar o inevitável debate, promovem o prejuízo estratégico, que aumenta desgaste e sobrecarga com justificativas. Mas o problema está lá, todos sabem disto, inclusive.
No geral ouvir o que não queremos, evitar o temido assunto desagradável, reconhecer um limitador, gera aumento de responsabilidade. É aquele mar revolto que o navegador sabe que está lá, e por mais que resista, terá que enfrentar.
Muita gente se debruça em avaliar e reavaliar, para entender estas conexões, as dos fãs. Sabem que há uma tempestade provocada pela concorrência, lançando inovação, surpreendendo e promovendo status, buscam eficiência, aprimoram canais, se comunicam melhor, ganhando os nossos fãs.
Mas afinal o que é um fã?
Basicamente alguém que admira. Por conceito um torcedor. E por extensão afeito e ou que demonstra grande interesse.
Exatamente o que encontrei naqueles fãs que identifico ao longo da minha experiência profissional: admiradores, porque conseguimos entregar aquilo que estavam justamente procurando. Os torcedores, aqueles que apostam e querem continuar fazendo negócios por muito tempo. E finalmente os afetuosos, aqueles que demonstram grande interesse nas próximas respostas que produziremos, esperam ser surpreendidos para surpreender.
Observando as mídias sociais é possível notar que muitos influenciadores conseguem entender estas reflexões, produzindo empatia, conteúdo relevante e expectativa, assim como fazem as grandes marcas.
Este é o tempo de transformar o cafezinho nos bastidores numa reunião de ideias que vão deixar a embarcação muito mais eficiente para enfrentar qualquer mar revolto, atravessando como navegadores de alta performance.
Os fãs estão torcendo e desejam fazer parte desta história!